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Posse da gestão 2017-2020 do CRESS-ES “Tempos de Resistir” PDF Imprimir E-mail
Qua, 17 de Maio de 2017 16:25

 

No encerramento do VIII Encontro Capixaba de Assistentes Sociais, realizado no dia 15 de maio na UFES, houve a cerimônia de posse da gestão “Tempos de Resistir” para o triênio 2017-2020 do CRESS-ES. Na ocasião, a presidenta da gestão 2014-2017, “Não Vou me Adaptar”, Camila Costa Valadão, fez suas considerações sobre o que foi alcançado, e a presidenta da gestão “Tempos de Resistir”, Pollyana Tereza Ramos Pazolini, falou dos desafios para o triênio.

 

Camila ressaltou o caráter do encontro, que serviu mais uma vez como espaço de debates, reflexões e reunião com os/as colegas assistentes sociais do Estado e, sobretudo, para afirmação de princípios éticos e políticos do serviço social. “Também serviu para atestarmos como a conjuntura atual impacta no exercício profissional dos assistentes sociais e na garantia de direitos e, consequentemente, nos colocou a tarefa de nos articularmos com os movimentos sociais contra a tentativa de retirada de direitos e contra os ajustes implementados pelo governo ilegítimo”, disse. Ela também destacou o momento especial da posse da nova gestão. “É uma gestão que começa com grandes desafios, especialmente os relacionados a essa conjuntura e à organização política dos/as assistentes sociais para poder barrar essas medidas ilegítimas”, completou.

 

Pollyana, por sua vez, lembrou que após três anos na gestão “Não Vou me Adaptar”, ela e outros/as companheiros/as assumem o compromisso coletivo de continuidade por mais três anos com a gestão “Tempos de Resistir”. “Somos três membros da antiga diretoria que agora se somam a mais 15 assistentes sociais repletas/os de vontade e força para seguir nessa caminhada de defesa e fortalecimento da profissão. Assumimos a partir de hoje um legado construído com muita luta, resistência e compromisso ético”, disse.

 

Ela lembrou da contribuição dos/as inúmeros/as assistentes sociais que já passaram pela direção da entidade nas últimas décadas e da importância das demais entidades que constituem o serviço social no Estado e no Brasil no processo de formação profissional, tais como a Executiva Nacional dos Estudantes de Serviço Social (Enesso), a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social e instituições de ensino superior. Ela também destacou a participação ativa de todos os profissionais da categoria nessa defesa coletiva de um projeto ético-político e na construção de outra sociedade.

 

Segundo Pollyana, a gestão da entidade se constitui em um processo contínuo e sempre renovado que se apropria criticamente de todo conhecimento existente e com uma visão global da dinâmica social concreta, que permita ultrapassar os aparentemente insuperáveis obstáculos que profissionais da categoria e a própria sociedade enfrentam cotidianamente. Nesse contexto, reafirmou a postura crítica do CRESS-ES com relação às decisões políticas tanto do governo federal quanto do estadual, que são verdadeiros ataques aos direitos da classe trabalhadora. “São ações pautadas em cortes de gastos públicos destinados às áreas da educação, saúde e assistência social. Mantêm-se ou ampliam-se privilégios da classe dominante, enquanto os setores subalternos arcam com os custos da crise econômica que assola o país, oriunda de uma crise do sistema capitalista que tem buscado atacar os direitos e garantias das/os trabalhadoras/es em todo mundo. Temos acompanhado uma ofensiva às liberdades democráticas, o avanço do conservadorismo e o aprofundamento das mazelas oriundas do modo de produção capitalista sob a hegemonia do pensamento neoliberal. As medidas tomadas pelo ilegítimo governo Temer aprofundam os ataques históricos à classe trabalhadora. Na conjuntura estadual não é diferente. A volta de Hartung e sua imagem de ‘bom’ gestor e poupador de recursos tem provocado na prática cortes nos setores sociais e o não investimento no funcionalismo público”, lembrou.

 

Para ela, esse cenário requer uma atuação militante comprometida, embasada por sólida compreensão teórica e crítica dessa realidade no intuito de assegurar a resistência e a disputa política nos diversos espaços de participação e organização coletiva. “Nossa época não é nem a primeira nem a última que coloca a esperança à prova. Então, mais do que desesperar ou renunciar, ou seja, do que negar, vamos tentar compreender e lutar, refletir e resistir, como bem disse Rosa Luxemburgo. São tempos de resistir e, mais do que nunca, tempos de buscar uma unidade classista. Mais do que nunca é necessário recusar a falsa pretensão de atribuir neutralidade ao trabalho profissional. Nós temos lado, nosso compromisso é com a classe trabalhadora e, nesse cenário atual, ser uma profissão regulamentada com princípios ético-políticos comprometidos com essa classe já é um sinal de resistência”, declarou.

 

Ela finalizou citando um texto da assistente social Ana Elizabeth Mota: “ou mobilizamos nossas forças para evitar que esta profissão se transforme num mero exercício técnico-aplicado ou enfrentamos o desafio de sermos trabalhadores/as sociais com capacidade de intervir qualificadamente nos mecanismos de enfrentamento e superação das desigualdades sociais no país. É preciso ousar intelectual e politicamente com os meios de que dispomos. O CRESS é um deles”.

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