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Conselheiras e Conselheiros

A gestão “Tempos de Resistir” (2017/2020) conta com as/os seguintes conselheiras/os:   Presidente: Pollyana Tereza Ramos Pazolini   Vice-Presidente: Sabrina Lúcia Pinto da Silva 1ª Secretária: Patrícia Maria Sousa de Jesus2ª Secretária: Emily Marques Tenorio1ª See details

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DESCENTRALIZADO SUDESTE - Mesa temática destaca desestruturação das garantias sociais PDF Imprimir E-mail
Sáb, 05 de Agosto de 2017 12:05

 

A mesa temática "Reconfiguração do Estado e os desafios do Conjunto CFESS-CRESS” encerrou a programação da noite desta sexta, 4 de agosto, do 46º Encontro Descentralizado da Região Sudeste. Com a mediação de Janaína Bilarte do CRESS-RJ, as colocações ficaram por conta da socioeconomista do Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul/PACS, Sandra Quintela, e da professora de Serviço Social da UFRJ, Yolanda Guerra. 

 

Sandra Quintela traçou um amplo panorama acerca do crítico contexto atual nacional e mundial em seus aspectos econômicos, sociais e políticos, que, de acordo com a 
socioeconomista, têm assumido consideravelmente interesses privados e com uma configuração do Estado em favor da burguesia. "Estamos no século 21 vivendo como se fosse o 19", enfatiza ao destacar os retrocessos e ameaças aos direitos sociais e trabalhistas conquistados ao longo do século 20.

 

Ao se remeter ao caso brasileiro, Quintela apresentou o problemático tripé que tem desestruturado as garantias sociais: a chamada "PEC dos Gastos" (que se tornou a Emenda Constitucional 95 e limita os gastos primários do governo pelos próximos 20 anos) e as reformas trabalhista e previdenciária. Um tripé que beneficia consideravelmente os setores empresarial e financeiro.

 

"Temos a capacidade de nos recriar e voltar a falar de 'revolução'. E é no cotidiano da vida, apostando em novos paradigmas e relações. Tenho a esperança que vamos, de fato, começar o século 21 com novos horizontes. Estabelecer um horizonte de longo prazo é fundamental", concluiu.

 

Já Yolanda Guerra trouxe reflexões e problematizações a respeito da profissão da/do assistente social no atual contexto histórico. Ao apresentar os desafios e transformações da classe, a acadêmica reforçou medidas práticas para o fortalecimento da categoria, sobretudo para o desenvolvimento da competência ideopolítica. "Nós não podemos enfrentar de forma solitária. Devemos ser vanguardas de nós mesmos. Não é questão de defender os direitos 'dos/das' trabalhadores/as, mas 'como' trabalhadores/as", acentuou ao ressaltar que as/os assistentes sociais são profissionais de luta e que devem sempre estar comprometidas/os com a qualidade do serviço e princípios éticos.

 

Entre as medidas práticas para os profissionais e entidades de classe, Yolanda destacou:  necessidade de respostas críticas à realidade dentro de uma construção coletiva; formulação de soluções alternativas; busca de autonomia e efetiva responsabilidade das entidades em relação aos profissionais; fortalecimento das produções científicas em parecerias com os CRESS e respectivas comissões de Ética e COFIs; entre outras. "Tem que ser um CRESS raiz. Temos que ter um projeto para o Brasil e manter a lucidez e unidade diante de um quadro tão desafiador", evidenciou ao finalizar desejando a todos/as uma profícua trajetória.

 

O Descentralizado 2017 ocorre de 4 a 6 de agosto na Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense, sob a organização do CRESS-RJ. Em 2018, será a vez do CRESS-ES acolher o evento com os delegados da região Sudeste.

 

 

 

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