Preciso considerar ao atender mulheres negras | CRESS-17

Preciso considerar ao atender mulheres negras

27/07/2020 as 11:20

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Em alusão ao dia 25 de julho, quando se celebra o Dia da Mulher Negra, Latino Americana e Caribenha – Tereza de Benguela, o Conselho Regional de Serviço Social do Espírito Santo compartilha com a categoria a relevância de um exercício profissional antirracista e comprometido com os princípios éticos da profissão.

Em virtude do racismo e do machismo, elementos que estruturam as relações na nossa sociedade, mulheres negras sofrem uma série de opressões ao buscarem acesso às políticas públicas. Enquanto assistentes sociais, é imperativo a categoria não reproduzir tais opressões; e enquanto classe trabalhadora, organizar-se coletivamente pela vida das mulheres negras.

1. A história, narrativa e forma de se expressar das mulheres negras encontram acolhimento no meu atendimento?

2. Avalio e percebo que suas alternativas e estratégias de sobrevivência são atravessadas pelo racismo?

3. Na dimensão investigativa da profissão, considero que as mulheres negras que atendo majoritariamente são arrimo de família e responsabilizadas/ estigmatizadas por acessar (ou não) as políticas públicas?

4. Articulo os conceitos de gênero e raça ao atender mulheres negras?

5. Reconheço e fortaleço no âmbito do exercício profissional os movimentos de organização e luta das mulheres negras?

O vídeo, abaixo, faz parte da série de publicações sobre o “Dia internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha”. Hoje, a assistente social e conselheira do CRESS Espírito Santo, Meyrieli de Carvalho Silva, convida-nos a refletir sobre uma questão fundamental em nosso exercício profissional: o que preciso considerar ao atender uma mulher negra?

O Conselho Regional de Serviço Social do Espírito Santo compartilha com a categoria a relevância de um exercício profissional antirracista e comprometido com os princípios éticos da profissão.

 

O segundo vídeo da série, logo abaixo, traz a assistente social e conselheira do CRESS Espírito Santo, Suellen Silva da Cruz, que nos convida a refletir sobre uma questão fundamental em nosso exercício profissional: ao atender uma mulher negra, eu avalio e percebo que as alternativas e estratégias de sobrevivência, dessa mulher, são inteiramente perpassadas pelo racismo?

 

O terceiro vídeo traz a assistente social da Casa de Acolhimento de Vila Velha, Sarah dos Santos Oliveira, que nos convida a refletir sobre uma questão fundamental em nosso exercício profissional: na dimensão investigativa da profissão, nós, assistentes sociais, consideramos que as mulheres negras são arrimo de família, responsabilizadas por acessar (ou não) as políticas públicas?

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